Defesa de tese sobre A Comédia do Trabalho
A defesa da tese de mestrado “A dramaturgia do trabalho no teatro paulistano contemporaneo”, que analisa entre outras a peça A Comédia do Trabalho, realizada por Walmir Pavam, acontece hoje, 19 de novembro, às 15h, no Instituto de Artes da UNESP- Barra Funda - sala 413, quarto andar.
Sem comentários »COMPANHIA DO LATÃO EM LONDRINA
A Companhia do Latão integra a programação da Mostra Nacional do Teatro do Oprimido- realizada em Londrina- , neste final de semana.
No sabado(14/11), às 14h, o diretor Sérgio de Carvalho participa da mesa redonda “O Teatro Na Contra-Mão da Forma Mercadoria”, no Teatro Zaqueu de Melo, avenida Rio de Janeiro, 413, Centro.
No domingo (15/11), a partir das 9h, havera uma sessão de video seguida de debate com o público, e o lançamento do DVD Experimentos videograficos do Latão e outros materiais do Projeto Companhia do Latão 10 anos. A sessão de video e o lançamento ocorrem na Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido
Mais informações no site da Mostra: http://mostratolondrina.blogspot.com/
Sem comentários »Manifesto contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais
O Manifesto “Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais”, em defesa do MST, foi idealizado por dezenas de intelectuais do Brasil e do mundo e busca denunciar todo o processo de criminalização do MST a partir dos últimos acontecimentos. Entre eles, a exploração da mídia no caso da ocupação das fazendas controladas irregularmente pela Cutrale e a instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) contra o Movimento. A adesão ao manifesto é opcional. Se você concorda com a causa e quiser assinar o manifesto, entre em http://www.petitiononline.com/boit1995/petition.html
“As grandes redes de televisão repetiram à exaustão, há algumas semanas, imagens da ocupação realizada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em terras que seriam de propriedade do Sucocítrico Cutrale, no interior de São Paulo. A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo.
Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.
Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.
Bloquear a reforma agrária
Há um objetivo preciso nisso tudo: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola cuja versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 e viabilizar uma CPI sobre o MST. Com tal postura, o foco do debate agrário desloca-se dos responsáveis pela desigualdade e concentração para criminalizar os que lutam pelo direito do povo. A revisão dos índices evidenciaria que, apesar de todo o avanço técnico, boa parte das grandes propriedades não é tão produtiva quanto seus donos alegam e estaria, assim, disponível para a reforma agrária.
Para mascarar tal fato, está em curso um grande operativo político das classes dominantes objetivando golpear o principal movimento social brasileiro, o MST. Deste modo, prepara-se o terreno para mais uma ofensiva contra os direitos sociais da maioria da população brasileira.
O pesado operativo midiático-empresarial visa isolar e criminalizar o movimento social e enfraquecer suas bases de apoio. Sem resistências, as corporações agrícolas tentam bloquear, ainda mais severamente, a reforma agrária e impor um modelo agroexportador predatório em termos sociais e ambientais como única alternativa para a agropecuária brasileira.
Concentração fundiária
A concentração fundiária no Brasil aumentou nos últimos dez anos, conforme o Censo Agrário do IBGE. A área ocupada pelos estabelecimentos rurais maiores do que mil hectares concentra mais de 43% do espaço total, enquanto as propriedades com menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7%. As pequenas propriedades estão definhando enquanto crescem as fronteiras agrícolas do agronegócio.
Conforme a Comissão Pastoral da Terra (CPT, 2009) os conflitos agrários do primeiro semestre deste ano seguem marcando uma situação de extrema violência contra os trabalhadores rurais. Entre janeiro e julho de 2009 foram registrados 366 conflitos, que afetaram diretamente 193.174 pessoas, ocorrendo um assassinato a cada 30 conflitos no primeiro semestre de 2009. Ao todo, foram 12 assassinatos, 44 tentativas de homicídio, 22 ameaças de morte e 6 pessoas torturadas no primeiro semestre deste ano.
Não violência
A estratégia de luta do MST sempre se caracterizou pela não violência, ainda que em um ambiente de extrema agressividade por parte dos agentes do Estado e das milícias e jagunços a serviço das corporações e do latifúndio. As ocupações objetivam pressionar os governos a realizar a reforma agrária.
É preciso uma agricultura socialmente justa, ecológica, capaz de assegurar a soberania alimentar e baseada na livre cooperação de pequenos agricultores. Isso só será conquistado com movimentos sociais fortes, apoiados pela maioria da população brasileira.
Contra a criminalização das lutas sociais
Convocamos todos os movimentos e setores comprometidos com as lutas a se engajarem em um amplo movimento contra a criminalização das lutas sociais, realizando atos e manifestações políticas que demarquem o repúdio à criminalização do MST e de todas as lutas no Brasil.”
Do site do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (www.mst.org.br)
Sem comentários »LANÇAMENTO DE DVD E CD
Lançamento de DVD e CD
Companhia do Latão
07 de novembro, 19h
Noite dos extras
A Companhia do Latão lança o DVD duplo Experimentos videográficos do Latão, contendo oito videodocumentários e experimentos ficcionais, e o CD Canções de Cena II, que congrega canções, coros e experimentos ´musicais dos espetáculos Equívocos Colecionados, O Mercado do Gozo e Visões Siamesas.
Nesta noite o grupo apresenta canções e cenas inéditas.
Local:
Pontão de Cultura
Estúdio do Latão
Rua Harmonia, 931
(11)3814-1905
Entrada Gratuita
OFICINA GRATUITA DO PONTÃO ESTÚDIO DO LATÃO: A MÚSICA E A CENA ÉPICA
Pontão de Cultura Estúdio do Latão
Projeto Intercâmbios Dialéticos
A música e a cena épica
A oficina vai se concentrar na tarefa de orientar profissionais ligados ao teatro, à música e ao cinema quanto a importancia da música no discurso narrativo. A música deverá ser interpretada do ponto de vista da sua articulação com os demais elementos cênicos no sentido de compreender a transformação da experiência narrativa e o poder de sedução do material musical para determinados pontos de vista em uma cena. Com a utilização pedagógica de filmes serão discutidas ferramentas para a análise e interpretação da articulação entre música e cena. Serão colocados em discussão procedimentos convencionalizados pela indústria cultural com o objetivo de desnaturalizar a maneira pela qual o profissional de teatro e cinema se comporta diante da tarefa de eleger os lugares e as funções da música em uma cena. Além disso, os alunos irão trabalhar na produção de uma trilha sonora a partir de repertório compilado (pré-existente) para exercitar as possibilidades de interferência dialética da música e do som na cena.
Coordenação: Martin Eikmeier
Público alvo: estudantes e profissionais de teatro, música, cinema e vídeo
Datas: 30 de outubro, 04, 06, 09, 11 e 16 de novembro, das 14h às 18h
Inscrições: Enviar carta de interesse para estudiodolatao@gmail.com até 28/10, às 20h.
Oficina gratuita
Local: Pontão de Cultura Estúdio do Latão
Rua Harmonia, 931 Telefone (11) 3814-1905
DIVULGAÇÃO DOS SELECIONADOS - OFICINA Imagem e representação: um trânsito político
Aos inscritos para a oficina Imagem e representação – um trânsito político,
A Companhia do Latão divulga a seguir a lista com os nomes dos inscritos selecionados para participar da oficina, com início nesta próxima quarta-feira dia 23/09, às 14h.
Gostaríamos de agradecer o envio dos materiais de todos os interessados. Lembramos também que os encontros que incluem exibição dos vídeos serão abertos, sendo possível a participação de todos.
Com os melhores cumprimentos,
da Companhia do Latão
Barbara Brisighello
Carmen Minhoto
Cléber Martins
Danillo Moreno
Debora Raquel
Francisco Hiar
Gustavo Morais
Isabel Soares
Kaline Rondônia
Lucas Branco
Maria Cristina Daniels
Nicole Marangoni
Rony Koren
Samuel Vieira
Tarcila Albuquerque
CINE MOLOTOV - CICLO DZIGA VERTOV
CINE MOLOTOV - CICLO DZIGA VERTOV
Pontão de Cultura Estúdio do Latão e Coletivo Desformas
24, 25 e 26 de Setembro
24/09 - 19h30
Tudo Vai Bem (Tout va bien)
Direção: Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin
Duração: 95 minutos
Ano: 1972
Sinopse: Uma jornalista americana e seu marido, francês publicitário (ex-cineasta),
vão a uma fábrica de lingüiças em greve. Acabam sendo aprisionados pelos
trabalhadores no mesmo escritório que o diretor da empresa. O filme é
marcadamente marxista e brechtiano, tanto na temática, quanto em seus aspectos formais.
25.09 -19h30
Cartas a Jane (Letter to Jane)
Direção: Grupo Dziga Vertov (Jean-Luc Godard, Jean-Pierre Gorin)
Duração: 51 minutos
Ano: 1972
Sinopse: O filme apresenta uma série de imagens estáticas, acompanhadas pela
narração de Godard e Gorin. Repete-se insistentemente a fotografia da atriz
Jane Fonda, em sua polêmica viagem ao Vietnã do Norte, em 1972, durante a
guerra com os EUA. Questionando tanto posicionamentos políticos, como a
iconografia midiática e a indústria hollywoodiana, foi considerado, por
Susan Sontag, uma lição de leitura de imagem.
26.09 - 18h
Vento do Leste (Le Vent d’Est)
Direção: Grupo Dziga Vertov (Jean-Luc Godard, Jean-Pierre Gorin)
Duração: 100 minutos
Ano: 1969-70
Sinopse: Chamado pelo grupo de “faroeste revolucionário”, o filme abre
questionamentos sobre as formas de posicionamento político anticapitalista.
Partindo de um conjunto de pessoas que supostamente fará um filme, evidencia
o caráter ideológico de composições consideradas “naturais”, como a junção
da imagem e do som.
> Local: Pontão de Cultura Estúdio do Latão
> Rua Harmonia, 931
> (11) 3819-1905
> ENTRADA GRATUITA
OFICINA GRATUITA DO PONTÃO ESTÚDIO DO LATÃO
Oficina do Pontão de Cultura Companhia do Latão
“Imagem e representação - um trânsito político”
De 23 a 30 de setembro
Helena Albergaria e Cinemolotov
Helena Albergaria, atriz da Companhia do Latão, coordenará,
em parceria com o Pontão de Cultura do Latão e o Cine Molo-
tov, um laboratório sobre o trabalho do ator em bases realistas,
dentro de uma representação épico-dialética. A partir do
cruzamento entre o teatro dramático e o teatro épico, pretende-se
trabalhar com o legado teórico e prático dos autores Constantin
Stanislavski e Bertolt Brecht.
Compõem a oficina exibições de filmes do Grupo Dziga Vertov,
seguidas de debate. O trânsito entre as formas de representação
e os objetivos artísticos darão o tom do conjunto. Os encontros
serão realizados no Estúdio do Latão, segundo o seguinte
cronograma:
23/09 - Das 14h às 17h
24/09 - Das 15h30 às 18h30 / 19h30 às 22h30
(exibição do filme Tudo vai bem)
25/09 - Das 15h30 às 18h30 / 19h30 às 22h30
(exibição do filme Cartas a Jane)
26/09 - Das 18h às 21h
(exibição do filme Vento do Leste)
28, 29 e 30/09 - Das 14h às 18h
Inscrições: Enviar carta de interesse e currículo para
companhiadolatao@gmail.com, até o dia 20 de setembro de 2009.
Pontão de Cultura Estúdio do Latão
Rua Harmonia, 931.
11 - 3814-1905
A Comédia do Trabalho em Uberlândia
No próximo dia 18 a Companhia do Latão apresenta A Comédia do Trabalho dentro da programação do FESTIVAL LATINO AMERICANO DE TEATRO, em Uberlândia, MG.
A apresentação acontecerá às 20h, no Teatro Rondon Pacheco
R. Santos Dumont, 517 - Centro – Fone/fax: (34) 3235-9182



